sexta-feira, 29 de julho de 2011

amar é sempre ser vulnerável.
Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai dor e talvez se partir.
Te amei e amei minha fantasia
Amei de novo e amei a nossa estréia
amei meu próprio amor e amei a tua audácia
Te amei muito e pouco e comovidamente
Amei a historia construída, os ritos e os porquês
Te amei no invisível e no inauditivel
Amei no crível e no incrível
Amei ser dona e te amei freguês
Te amei e amei a farsa arquitetada
Amei a mim, amei a ti,parti-me ao meio
Te amei no profundo ,no raso e com atraso
Não era tua hora, não era minha vez.
(cartas Extraviadas e outros Poemas)

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